18ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Tema: Qual o lugar do cinema?
"...
Qual o lugar na expansão das telas de diferentes dimensões e com diferentes funções no século XXI?
Qual o lugar do ritual cinematográfico, individual e coletivo, em um momento de dispersões cognitivas, com espectadores ansiosos, de olhos em suas telas pessoais à mão, com dificuldade de concentração em uma só superfície?
Qual o lugar do cinema diante de tantas telas de computadores e de televisores, muitas vezes empregado como superfície onde estão as imagens dos filmes?
O espectador contemporâneo passa menos horas vendo cinema no cinema, no escuro, na tela grande, em grupo,  do que vendo cinema no notebook ou na TV.
O cinema acabou ou está para acabar?
A resposta afirmativa a essa pergunta está na ponta da língua, desde pelo menos os anos 80, dos profetas otimistas do apocalipse audiovisual, com suas lógicas fluidas e de rigor flexível, que condenam o cinema de autor ou cinema de planilhas a um lugar retrógrado. 
Qual o lugar do cinema em 2015, quando qualquer um evidencia não a aliança do homem com as máquinas, mas a fusão entre o humano, as câmeras e os dispositivos de compartilhamento?..."

Homenagem – Dira Paes

128 Filmes
59 sessões
37 longas
91 curtas
10 oficinas
270 alunos certificados
Público estimado: 35 mil pessoas

 Filmes Vencedores

Júri Popular
Melhor Curta: DE CASTIGO, de Helena Ungaretti – SP
Melhor Longa: O DIA DO GALO, de Cris Azzi e Luiz Felipe Fernandes -  MG

Mostra Aurora
Júri da Critica
Melhor Longa : MAIS DO QUE EU POSSA ME RECONHECER, de Allan Ribeiro – RJ

Mostra Transições
Júri Jovem
Melhor Longa: O TEMPO NÃO EXISTE NO LUGAR EM QUE ESTAMOS, de Dellani Lima – MG

Mostra Foco
Júri da Crítica
Melhor Curta: ESTÁTUA!, de Gabriela Amaral Almeida – SP

Canal Brasil
Melhor Curta:
OUTUBRO ACABOU, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes (RJ).